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GRADUAÇÃO – ORGANIZAÇÃO DE TRABALHOS EM EQUIPES

Não sendo objeto de dúvida, os trabalhos em equipe são bastante exigidos ao longo dos anos dentro das Universidades. 

Trabalhar em equipe nem sempre é fácil, podendo ocorrer desavenças e desentendimentos. É muito comum não haver algum acordo final entre os participantes do grupo no que se refere a satisfação do projeto, afinal de contas, é todo um semestre e longas horas de estudo que está em jogo e todo o aprendizado deverá ser posto em prática dentro dos trabalhos. 

Assim, muitos impasses dificultam o desenvolvimento acadêmico, sendo necessário adotar estratégias táticas incisivas para concluir as demandas. Neste artigo, você verá a partir do conhecimento empírico, dicas de como melhor organizar os trabalhos em equipe. 

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CONHECENDO O AMBIENTE

Se você é iniciado na Universidade, é importante inserir-se dentro de um grupo que mais se aproxima da sua personalidade para que quando for solicitado trabalhos em conjunto você já tenha pessoas próximas e com mais entrosamento, ainda que muitas vezes as equipes são montadas por sorteios. Claro, no começo das matérias e do seu ano letivo não será pedido trabalhos imediatos, mas é sempre bom estar preparado.

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TIPOS DE PERSONALIDADES

Considerando as personalidades de cada um, podemos separá-las da seguinte forma:

  • Líder: geralmente pessoas extrovertidas com espírito de liderança, tendem a querer organizar todos os aspectos do trabalho sem ao menos questionar seus colegas. Este tipo de personalidade, dependendo do caso, pode ser positivo ou negativo, no sentido que incentive o grupo e faça com que tenham uma figura de liderança ou no sentido que não permite questionamentos. 
  • Desatento: dificilmente se monta um grupo cem por cento interessado em realizar os projetos. Os desatentos, ou melhor, desinteressados, acabam por apenas se fazer presente nos meios e não contribuí em nada, sobrecarregando a equipe. O desafio maior de lidar com este, é que muitas vezes, se torna totalmente ausente e por fim, receber a mesma qualificação final do que os colegas que se empenharam em produzir o trabalho. 
  • Mediante: esta personalidade é a do aluno que procura contribuir, mas, ao mesmo tempo, não é muito participativo. Detalhes e ajustes geralmente são feitos por este tipo de colega, que costuma escutar mais do que falar.
  • Produtor: este se enquadra nos que procuram produzir da forma adequada, fazendo amostras e demonstrações dos seus pensamentos. Costuma ouvir e falar na mesma proporção, procurando harmonizar todo o grupo para que não haja desentendimentos. Além do mais, esta personalidade propõem soluções  a partir da pesquisa ou de si próprio. 

Tendo estas características como referência, procure estabelecer previamente a função de cada um dentro da equipe. Assim, a organização se torna fluída e tudo ocorre com naturalidade. 

Nas Universidades, organizar grupos heterogêneos e homogêneos é mais fácil do que no Ensino Médio, por exemplo. Isto significa que é possível colocar dentro de uma mesma equipe alunos com o mesmo rendimento estudantil, idade e preferências; do outro lado, é possível mixar idades, aproveitamentos, etc. 

PROFESSORES

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Para se tornar um professor de Universidade, tem que passar pela própria, obviamente. Então, o que causa espanto em muitos alunos são as referências que os professores já tem e estão cientes das dificuldades de trabalhar em grupo. Sendo assim, os tutores devem observar bem sua sala de aula para que quando for necessário formar grupos esteja ambientado com quem os cerca. 

Claro, com dezenas ou até centenas de alunos para conhecer e relatar seus desempenhos torna-se muito difícil organizar da forma mais correta, então a proposta deve ser de ouvir os alunos que solicitam suas afinidades afetivas. 

Outro fator que deve ser analisado pelos professores é a distância da residência de cada um, quando não se vive em repúblicas estudantis, é claro. 

Consequentemente, os trabalhos acabam sendo desenvolvidos por redes sociais de comunicação, o que torna o processo lento e com a possibilidade maior de desatenção de todos. 

  • Análise de possibilidade de exclusão de alunos dentro dos grupos é prioridade da atenção do professor. Alunos com esta personalidade carecem de mais atenção para se entrosarem melhor
  • Construir grupos com a quantia moderada de alunos, pois desta forma aumenta a responsabilidade de cada um e por consequência o empenho.
  • Estar presente na troca de informações e/ou apoio aos alunos é muito interessante para o professor, ao passo de que muitos se deixam levar por informações errôneas e sem nexo. Participar de grupos em redes sociais para compartilhar informações e dicas é uma boa maneira de conduzir a fluência dos trabalhos. 
  • Os objetivos devem ser bem claros: não deve haver dúvidas quanto ao que se pede ao aluno nos trabalhos. Esta falta de comunicação é causadora de inúmeros transtornos, inclusive grupos trabalharem em cima de uma tema completamente distante daquele que foi solicitado, apenas por falta de comunicação entre o professor e o aluno. Procure, você professor, ser bastante claro é responder às dúvidas sem hesitar. 

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